O poder do Natal


O natal, entre outras coisas, é o poder de Deus em ação. Desde o momento em que Maria recebeu do anjo Gabriel a notícia de que ficaria grávida e daria à luz a um menino (sem precisar de ultrassom), e que ele deveria se chamar Jesus, ela pergunta como isso seria possível se não tinha relação sexual com homem algum. Aí o anjo responde: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”. Lc.1:35
No seu extraordinário cântico, depois de visitar Isabel, Maria afirma “...porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome.” Lc.1:49
Em contrapartida, o natal também conta a história de um outro poder, nada santo, ou seja, de Herodes. Ele era chamado de Herodes “O Grande”, e havia recebido do Senado romano o título de “rei da Judéia” e, por isso, ficou conhecido como “rei dos judeus”. Alarmado com a notícia de havia nascido o Rei dos judeus, e não podendo colocar suas mãos nele, manda matar todos os meninos nascidos em Belém naquele período. Tragédia.
Voltando ao cântico de Maria, ali ela fala sobre o embate desses poderes: “...A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem. Agiu com o seu braço valorosamente; dispersou os que , no coração, alimentavam pensamentos soberbos. Derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos...” Lc.1:50-53
Mais tarde, um descendente de Herodes “O Grande”, conhecido por Herodes Agripa, e farinha do mesmo saco, teve uma morte horrível, por se achar um deus e não um homem. Diz o relato bíblico, em Atos 12:20-23, que ele foi ferido por um anjo e comido de vermes, expirou. O clássico historiador judeu Flávio Josefo registrou em sua obra “Antiguidades” os detalhes horríveis da morte que sobreveio a Herodes no ano 44 d.C.
A história do natal nos fala do poder de Deus, que agiu para abençoar a humanidade, mas também dos podres poderes que produziram muita desgraça. Ambos estão presentes ainda hoje no mundo. E o natal nos reafirma que o poder do Altíssimo prevalecerá sobre os podres poderes, estejam eles onde estiverem, inclusive em Brasília.                                                                        
Rev. Joel

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