Jovem Presbiteriano


     Um dos desafios para os jovens atualmente, é viver nas cidades fazendo com que seu coração permaneça no jardim cristão.
     Nutrir uma espiritualidade sadia está relacionada ao pertencimento, e é a pré-disposição em manter um relacionamento com Deus. No mundo atual em que tudo é “fast” e fica pronto em minutos como o miojo, a internet é rápida e a banda é larga e os diálogos são por redes sociais, os relacionamentos se tornam superficiais.  Abrir mão de si em favor do outro é um desafio que contraria os valores da sociedade moderna.
     Mas, o maior desafio é entregar completamente a sua vida em favor do Reino de Deus. Tenha fé, não se esqueça de que na Palavra há poder, por isso não esmoreça.
     Assim jovem presbiteriano, proclame o seu amor ao Senhor Jesus, fale ao mundo da salvação que vem de Jesus.
     É com este pensamento que a Sociedade Auxiliadora Feminina - SAF - deseja a todos os jovens de nossa igreja que nutram uma espiritualidade sadia junto ao seu grupo de pertencimento cristão, local onde você encontrará amor, doação, amizade, alegria, compartilhamento e outros valores cristãos.
     Que Deus abençoe a todos os jovens presbiterianos brasileiros e recebam um carinhoso abraço da SAF.

Márcia Cruz Gerges
1ª Secretária da SAF

Quem canta seus males espanta!



     Quem nunca ouviu este ditado popular?
     Representa uma verdade que só quem canta é que pode sentir em sua vida, o quanto cantar é saudável para a alma humana.
     Poderíamos estender os benefícios do Canto para o Canto Coral, pois é uma atividade em grupo, onde cada um contribui para a riqueza e enriquecimento do conjunto, sendo que muito aprendemos neste cantar juntos. Temos que deixar nosso ego de lado e estar juntos com os outros para soar Uno, equilibrar os naipes, aprender a timbrar igual, igualando nossa voz com a dos colegas do coro. É um grande exercício que nos faz crescer como pessoas.
     Estendendo mais ainda estes benefícios  do Canto Coral para Música Sacra, além de estarmos limpando todas as nossas dores da alma e aprendendo lições de humildade e harmonia entre todos, ainda estamos louvando a Deus, exaltando o Seu grande amor por nós e levando a outros a mensagem de Sua Palavra através da Música. Não há atividade musical mais sublime para uma pessoa e para um músico, do que participar como cantor em um coro cantando Música Sacra.
     Muitas vezes, quando chegamos ao ensaio do Coral Julinda Ribas Camargo, trazemos conosco nossos problemas do dia a dia, nossas dores e tristezas e, ao longo do ensaio tudo se esvai, e voltamos para casa felizes e curados, porque Deus nos tocou de tal maneira que só seria possível lá. Todos nós, cantores e eu regente sabemos e sentimos isso. É muito bom!
     O nosso querido Coral Julinda Ribas Camargo está precisando de você adulto, jovem e adolescente. Para que não morra a história construída em nossa igreja, para que possamos continuar, geração após geração, tendo Música Sacra Coral em nossa igreja.  Para todos nós nos beneficiarmos da maravilha que é cantar num Coro Sacro, venha cantar conosco.
     O Coral Julinda Ribas Camargo tem vagas abertas para as vozes masculinas Baixo e Tenor e para as vozes femininas Contraltos. Caso Sopranos queiram participar também são bem-vindas... mas talvez tenham que ajudar, uma vez ou outra, no naipe de contraltos e fazer a “2ª voz”, que não deixa de ser um exercício auditivo desafiador!
     Nossos ensaios são às 3ªs feiras, das 20h às 22h e nos domingos que cantamos, ensaiamos uma hora antes. 1º domingo do mês no culto das 18h30min e 3º domingo no matutino e no das 18h30min.
     Não perca esta oportunidade de crescer musicalmente, sanar todas as dores da alma e louvar ao nosso grande Deus!

Aguardamos você.
Um fraternal abraço,

Inês Hartt
Coral Julinda Ribas Camargo

Intercessão

Vamos interceder em oração pelas seguintes pessoas (atualizada até 21/05/2015):

Dna. Sidnei D. Gonçalves, Rev. Jones Carlos Louback (cunhado da Rosângela), Tatiane (filha de amiga da Beth), Judite Conceição, Maria Clésia Antunes (amiga de Inês Hartt), Simone Losso da Costa, Cida Losso, Graça Fernandes, Neusa Mendonça, Pr. Paulo Solonca, Gabriel (filho de amigo do Deodoro), Ruben Luz Costa, Joel Guimarães, Mércia Ferreira, Lucas Soldateli Vidoto (parente do Jairo), Rafael Bianchini (sobrinho do Moacir), Zilda Cavallazzi, Lauro Ribas Zimmer, Henrique Rios Martins e Rev. Otávio.

“Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”. (Tg. 5:16)

Coisa de Criança



     Por onde Jesus passava era possível ver crianças correndo em volta e se misturando na multidão. Os discípulos tentaram impedir que as crianças se amontoassem no colo de Jesus. Achavam que Jesus tinha coisa mais importante para fazer do que dar atenção às crianças, mas acabaram descobrindo que não apenas as crianças gostavam de Jesus, mas Jesus também gostava das crianças. Numa dessas ocasiões, Jesus pegou uma criança no colo e deixou muito claro que quem não se torna igual a uma criança não pode entrar no reino dos céus, pois o reino dos céus pertence aos que são semelhantes às crianças [Mateus 18.1-5; 19.13-15]. Naquele dia as crianças se tornaram um padrão para a espiritualidade cristã.
     Evidentemente, Jesus não pretendia que nos tornássemos iguais às crianças em todas as dimensões da infância. As crianças, por exemplo, não sabem o que é a gratidão, pois não têm noções de medidas abstratas. Não têm condições de avaliar o que é feito por elas, não sabem quanto sacrifício é necessário para que sejam cuidadas e não têm critérios para os custos da dedicação dos pais ou o valor das coisas que são oferecidas a elas. Por isso é que os pais vivem dizendo diz obrigado para a titia, “já disse obrigado para o vovô?”, pois se não o fizessem, as crianças simplesmente pegariam o presente e sairiam correndo para brincar. As crianças também não têm noções de tempo, distancia e volume. Por isso é que usam palitos de fósforo para marcar quantos dias faltam para o passeio no zoológico, numa viagem longa perguntam de cinco em cinco minutos se está chegando, e de noite, antes de irem para a cama, abrem os braços e dizem com aquele sorriso lindo “mamãe, eu te amo desse tamanho assim.
     As crianças também estão absolutamente fora das categorias sociais de valores e importância. Tratam o general com a mesma displicência com que tratam o zelador do prédio onde moram, e falam as maiores barbaridades quando percebem algo inusitado em algum adulto que pretende conquistar sua simpatia, deixando os pais ruborizados e constrangidos. Elas não sabem quem é importante e quem não é. Elas ainda não foram contaminadas com os paradigmas do mercado, que valora pessoas de acordo com posição social, conta bancária, ou potencial de favorecimento e trocas de favores. Não fazem a menor ideia, por exemplo, de que é preciso um sorriso de plástico para o senhorio que chegou para tratar do aumento do aluguel, ou demonstrar especial apreço ao chefe que veio para o jantar. Isso significa que uma criança jamais perguntaria para Jesus quem é o mais importante no reino dos céus?”, pois não lhes passa pela cabeça que um ser humano pode ser maior ou menor do que o outro em termos de valor intrínseco – aliás, nem imaginam que exista ou o que seja esse tal de “valor intrínseco”.
     A exortação de Jesus aos seus discípulos sublinha exatamente esses traços próprios das crianças: o absoluto despojamento das disputas de poder e a absoluta ignorância a respeito das hierarquias que separam os seres humanos uns dos outros, e promovem toda sorte de guerras e conflitos, que somente se justificam pela vaidade e o orgulho dos egos que pretendem se afirmar às custas da diminuição e destruição dos demais.
     Como seria o mundo se todos tivéssemos o coração das crianças? Teríamos breves desentendimentos, logo seguidos de um enxugar de lágrimas e a correria reiniciada rumo à próxima brincadeira. Haveria mais cooperação e menos competição, mais perdão e menos ressentimento e ódio, mais partilha e menos acúmulo, mais brincadeira e menos agressões, mais amores e menores dores. O rabino Harold Kushner disse que as crianças perdoam rápido, e se reconciliam na velocidade da luz, pois preferem ser felizes a ter razão”. São simples, e humildes, não se constrangem com vitórias e derrotas, pois não competem, apenas brincam. Não estão no jogo de quem é o maior e quem é o menor.
     O reino de Deus é um reino para gente com coração de criança. Todo mundo brincando de roda, cada um segurando na mão do outro, sem restrição para quem chegar, apoteose da fraternidade universal, sob a benção do Pai, do Filho e do Espírito Santo, numa santa e bendita folia. Coisa de criança.

Ed René Kivitz

A origem do Dia das Mães



Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe” - Pv. 6:20

     A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
     O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
     A americana, Anna Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, foi quem iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastor, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Anna quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A ideia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
     Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
     Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"
Adicionar legenda
     O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse um dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro.", disse furiosa a um repórter, em 1923. Neste mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
     Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa à diante. Dizia que as pessoas não agradecem frequentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todo, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

No Brasil
     O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

Rev. Edson Martins

Tudo bem com sua família?



     No livro dos Reis (II Rs.4:8-37) há uma história extraordinária, envolvendo o profeta Eliseu. Dela, inicialmente, destaco uma pergunta: “Vai tudo bem contigo, com teu marido, com o menino? Ela respondeu: Tudo bem” (II Rs.4:26).

     Mas, o que havia acontecido? Vamos à história: “Certo dia, Eliseu foi a Suném, onde uma mulher rica insistiu que ele fosse tomar uma refeição em sua casa. Depois disso, sempre que passava por ali, ele parava para uma refeição. Em vista disso, ela disse ao marido: “Sei que esse homem que sempre vem aqui é um santo homem de Deus. Vamos construir lá em cima um quartinho de tijolos e colocar nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lamparina para ele. Assim, sempre que nos visitar ele poderá ocupá-lo”. Um dia, quando Eliseu chegou, subiu ao seu quarto e deitou-se. Ele mandou o seu servo Geazi chamar a sunamita. Ele a chamou e, quando ela veio, Eliseu mandou Geazi dizer-lhe: “Você teve todo esse trabalho por nossa causa. O que podemos fazer por você? Quer que eu interceda por você junto ao rei ou ao comandante do exército?” Ela respondeu: “Estou bem entre a minha própria gente”. Mais tarde Eliseu perguntou a Geazi: “O que se pode fazer por ela?” Ele respondeu:”Bem, ela não tem filhos, e seu marido é idoso”.

     Então, a história segue e de fato aquela mulher tem um filho, conforme promessa do profeta. O menino cresce, para alegria de seus pais; mas, um dia ao ir para a lavoura encontrar-se com seu pai, passa mal e acaba morrendo no colo de sua mãe. Apesar da dor lancinante que atingira seu peito, ela não esmorece, e vai ao encontro de Eliseu. Ao se aproximar da casa do profeta, Geazi vem ao seu encontro e lhe pergunta se estava tudo bem com ela e sua família. Ela responde com um “Tudo bem”, talvez porque Geazi não fosse uma pessoa de confiança, como de fato não era. Entretanto, quando se aproxima de Eliseu manifesta toda sua dor e angústia. A partir daí, vai se processar um milagre, e o menino volta a viver e sua mãe o toma no colo novamente.

     Vai tudo bem com sua família? Não podemos permitir que nossas famílias sejam minadas por problemas dos mais variados tipos. Precisamos buscar ajuda com pessoas confiáveis, e acima de tudo, em Deus, que pode operar milagres e restaurar completamente a vida familiar, quando isso se fizer necessário.

     Vai tudo bem, mesmo, com sua família?

Rev. Joel Vieira da Silva

26° Curso "Evangélicos Alcançando os Excluídos"

Invista seus talentos em Missões Urbanas. 

O curso, promovido pelo Projeto Siloé, será  realizado aqui em nossa Igreja, todas as quartas de junho e a primeira quarta de julho, sempre das 19h30min às 22h. Salve estas datas em sua agenda.

Vagas limitadas. Reservas pelo telefone (48) 3244-6838. Paticipe!!


Vergonha


“Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem. E mais Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor”.
II Timóteo 2:19

Rui Barbosa texto de 1914

"A falta de justiça, Srs. Senadores é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação. A sua grande vergonha diante do estrangeiro, é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais.

A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.

Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (na Monarquia), o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre, as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam e que, acesa no alto (o Imperador, graças principalmente a deter o Poder Moderador), guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade.”

Conselhos de Stott sobre cristianismo e política


Os cristãos devem ser cuidadosos em não “batizar” qualquer ideologia política, seja de direita, de esquerda ou de centro, como se fosse um monopólio de verdade e bondade. Na melhor das hipóteses, uma ideologia política e seu programa são apenas uma aproximação da vontade e do propósito de Deus. Aqueles partidos que se rotulam explicitamente como cristãos também precisam estar cientes disso. O fato é que são encontrados cristãos na maioria dos partidos políticos e eles são capazes de defender sua participação a partir de fundamentos cristãos sensatos.

Assim, me deixando levar por uma grande simplificação, ouso afirmar que ambas as principais ideologias políticas ocidentais atraem os cristãos, por diferentes razões. O capitalismo atrai porque incentiva o empreendimento e a iniciativa humana, mas também causa aversão, pois parece não se importar com o fato de o fraco sucumbir à competição selvagem que ele produz. Por outro lado, o socialismo atrai porque demonstra grande compaixão pelo pobre e pelo fraco, mas também repele porque parece não se importar com o fato de a iniciativa e o empreendimento individual serem sufocados pelo grande sistema político que ele produz. Cada um atrai porque enfatiza uma verdade a respeito dos seres humanos: a necessidade de conceder liberdade à execução de suas habilidades criativas ou a necessidade de protegê-los da injustiça. Cada um cria aversão porque deixa de considerar, com a mesma seriedade, a verdade complementar.

Ambos podem ser libertadores. Ambos também podem ser opressivos. Como afirma o economista e estadista J. K. Galbraith, “no capitalismo, o homem explora o homem. No comunismo, é apenas o contrário”. É compreensível que muitos cristãos sonhem com uma terceira opção, que supere as atuais e incorpore as melhores características de ambas.

Na democracia somos convidados a ouvir humildemente uns aos outros e constatar que não temos um monopólio da verdade, enquanto continuamos perseguindo os propósitos de Deus para a nossa sociedade.

Devido ao homem ser caído, certamente existe uma lacuna entre o ideal divino e a realidade humana, entre o que Deus revelou e o que é possível à humanidade.

John Stott

Retirado de Os Cristãos e os Desafios Contemporâneos, página 44

Abraão - “Sê tu uma bênção” - Gn.12:1-9


A fé está intimamente ligada a ação. Deus falou com Abraão- “Sai da tua terra”, e pela fé ele partiu. Podemos destacar três pontos deste texto.

     a) Obediência: vs.4 “... partiu, pois... como lhe ordenara o Senhor”.
Obediência é o ponto principal para sermos bênção nas mãos de Deus. Em I Sm.15:22 - notamos o profeta Samuel falando com o Rei Saul, após este desobedecer uma ordem divina. “porém Samuel disse: Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar....
Por não estarmos obedecendo ao nosso chamado Divino, não somos uma bênção nas mãos de Deus.

     b) Perseverança: Vs. 5 “... partiram e ... lá chegaram”.
Já dizia um professor no Seminário de Campinas - “O importante não é começar bem, mas terminar bem”.
Abraão poderia começar bem a jornada, mas diante das dificuldades, desistir.
A Bíblia cita um exemplo - Demas, cooperador de Paulo - começou bem a sua caminhada, mas não terminou bem a sua missão, pois abandonou o Evangelho, como nos registra o apóstolo Paulo “... Demas, tendo amado o presente século, me abandonou...”. I Tm.4:10
Para sermos uma bênção nas mãos de Deus precisamos: Obedecer a sua Palavra, perseverarmos na Graça do Senhor e aprendermos a ter um coração agradecido.

     c) Gratidão: “... edificou um altar...” vs.7
Às vezes nos envolvemos nos afazeres eclesiásticos, que nos esquecemos de louvar a Deus, adorar ao Senhor. No Salmo 71:5,6 - “Tu és a minha esperança, Senhor Deus, a minha confiança desde a minha mocidade. Em ti me tenho apoiado desde o meu nascimento; ... tu és motivo para os meus louvores constantemente”.
Uma condição básica para sermos bênção nas mãos de Deus, é olhar a nossa vida do ponto de vista de Deus, submisso a sua vontade, a fim de podermos dizer como o Salmista: “... grandes cousas fez o Senhor por nós por isso estamos alegres”. Sl.126:3
Há um hino, do hinário Evangélico, que é um exemplo de entrega a Deus - “Oh! Mestre nunca cessarão meus lábios de bendizer-te, de entoar-te glória; Pois eu conservo de teu bem imenso grata memória”.
O cristão não deve ficar se lamentando diante de Deus, questionando o seu Criador por tudo que ocorre em sua vida. Mas deve aprender: “Em tudo dai graças... pois esta é a vontade de Deus”. I Ts.5:18
A ordem de Deus para Abraão também é a mesma para nós - “Sê tu uma bênção”. Como? Obedecendo, perseverando e sendo grato ao Senhor.

Rev. Romoaldo R. Siggelkow

A ressurreição aconteceu mesmo?


Digamos que os apóstolos, inclusive Paulo, acreditavam mesmo em uma ressurreição e transformação física, datável e literal de Jesus. Será que eles estavam certos? Será que nós, que vivemos no mundo moderno e sofisticado da astrofísica, da microbiologia e da ciência da computação, também podemos acreditar na ressurreição? É claro que podemos. E devemos. Milhões de pessoas o fazem.
Muitos livros já foram escritos na tentativa de dar provas da ressurreição. Esta é uma parte  importante da apologética cristã. Tudo o que eu posso fazer aqui é tentar resumir com franqueza as principais provas.
Primeiro, temos o desaparecimento do corpo. Todo mundo concorda que o túmulo de Jesus estava vazio, até mesmo aqueles que refutam as histórias dos autores do Evangelho; os rumores da ressurreição nunca poderiam ter ganho credibilidade se as pessoas, ao visitarem o túmulo, tivessem encontrado ali o corpo imóvel. Mas o corpo sumiu. A questão sempre foi: “O que foi feito dele?” Nunca houve uma explicação satisfatória pra o seu desaparecimento, a não ser a ressurreição.
Em segundo lugar, temos o reaparecimento do Senhor. O corpo de Jesus desapareceu do túmulo onde tinha sido deixado, e o próprio Jesus continuou reaparecendo durante um período de quase seis semanas. Dizem que ele apareceu para certas pessoas sozinhas (por exemplo, Maria Madalena, Pedro e Tiago), para os Doze, tanto com Tomé como sem ele, e em certa ocasião “foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez”, muitos dos quais ainda eram vivos quando Paulo escreveu isto, mais ou menos no ano 54 d.C., e bem que poderiam ter sido sondados a este respeito.
Em terceiro lugar, vem o surgimento da igreja. Alguma coisa deve ter acontecido para transformar os apóstolos e enviá-los em sua missão mundo afora. Quando Jesus morreu, eles ficaram abatidos, confusos e amedrontados. Mas em menos de dois meses saíram do esconderijo, cheios de gozo, confiança e coragem. O que produziu essa transformação tão dramática? Só pode ter sido a ressurreição, juntamente com o Pentecoste, que se seguiu depois. Daquele bando de joões-ninguém desiludidos nasceu uma comunidade universal que soma hoje um terço da população do mundo.
            John Stott

Quando o certo parece errado!



“Há um caminho que parece certo a um homem, mas seu fim é o caminho da morte." (Provérbios 14:12)

Quando a maioria está seguindo o caminho errado, é difícil ser o “desmancha prazeres”, que segue o caminho certo.
A maioria dos participantes na corrida de 10 mil metros em Riverside, Califórnia, pensou que Mike Decalvo corria na direção errada.  Ele acenou aos outros 127 corredores para que o seguissem, mas somente 4 acreditaram que ele havia pego a entrada correta, uma curva que os outros competidores não viram.
Quando perguntaram a ele sobre sua decisão de não deixar que a maioria determinasse a sua direção, Decalvo respondeu: “Eles acharam estranho eu ter ido pelo caminho certo.”.
No primeiro século os pagãos reagiram da mesma forma a mudança de estilo de vida de seus vizinhos cristãos.
O apostolo Pedro disse: “Achando estranho que vocês não corram com eles na mesma enxurrada de devassidão, falam mal de vocês.” (I Pe. 4:4). Os incrédulos ainda acham que os seguidores de Jesus Cristo estão indo na direção errada.
Mas na verdade, os cristãos seguem na direção daquilo que creem, a eternidade prometida por Deus e a certeza de um lar definitivo. (2 Tm. 4:7-8).
O rumo que os não cristãos escolhem pode parecer-lhes certo, mas leva-os a um lugar onde a perda é certa e eterna. 
Então, independente de quantos estão indo para o outro lado, continue sempre no caminho certo.

O Caminho que seguimos
Determina nosso destino eterno,
Um leva à vida eterna
O outro, à condenação.

“É melhor ser correto do que popular”.

Adaptado por Rev. Edson Martins
com texto do devocionário Pão Diário

A graça de Deus e as nossas crises




A Bíblia nos ensina que vivemos sob a proteção de Deus, sob os seus cuidados. Há inúmeras passagens que confirmam isso. Entretanto, essa realidade espiritual não nos isenta das aflições dessa vida, pois continuamos sendo genuinamente humanos. Quando o autor aos Hebreus fala a respeito dos heróis da fé, a sua declaração é impressionante: “...outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada;andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados...” (Hb.11:36,37)
Quero convidar você a refletirmos sobre o caso de José, filho de Jacó, cuja história se encontra no livro de Gênesis.
Observemos alguns pontos na trajetória dele que apontam para uma grave crise:
  1. Crise familiar - odiado pelos irmãos;
  2. Solidão - afastado da família, vai parar numa terra estranha;
  3. Mudança de padrão - de "filhinho de papai", ele vira escravo;
  4. Injustiçado - é preso injustamente.
Como José enfrenta as suas crises:
  •  Com trabalho, atitude - (Gn 39:3-4) - Ele é comprado como escravo por um oficial egípcio. José faz o seu trabalho tão bem, que se torna administrador de todos os negócios de seu senhor;
  • Com firmeza de princípios - (Gn 39:7-12) -A mulher de Potifar, o oficial egípcio, a “Patifar”, queria de todo jeito ter um caso com José, mas ele resistiu bravamente,  porque tinha caráter;
  • Com a visão de Deus (Gn 39:9; 50:20) - Ele diz à mulher de Potifar que não a possuiria porque além de caráter, tinha temor a Deus e por isso não pecaria contra ele. Aos seus irmãos, no final da história, ele declara que Deus havia transformado o mal em bem, pura graça.;
  • Com inconformismo (Gn 40:15) -  Quando preso injustamente, ele manifesta seu inconformismo dizendo que havia sido roubado de sua terra, e que nada havia feito para estar ali, naquela masmorra. Esse inconformismo ajudou-o a não desistir de lutar por sua liberdade.
Podemos concluir com uma simples pergunta final: Como temos enfrentado nossas crises?


Rev. Joel Vieira da Silva

A arte de não adoecer


Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”. Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna… Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar,confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..
Se não quiser adoecer – “Tome decisão”. A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer – “Busque soluções”. Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”. Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer – “Aceite-se”. A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer – “Confie”. Quem não confía, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer – “Não viva sempre triste”. O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. “O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia. Compartilhe!

Por Dr. Drauzio Varella

Para que serve a Igreja?



O  mundo  religioso tem  seu  mais  novo personagem:  o  evangélico  não  praticante.
A informação  aparece  nos  resultados  das  últimas pesquisas realizadas pelo Centro de  Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (CERIS) e pelo Instituto  Brasileiro  de  Geografia  e  Estatística (IBGE),  divulgadas  pela  reportagem  "O  novo retrato da fé no  Brasil", publicada na edição nº 2.180 da revista ISTOÉ, de agosto último.
Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número  de  pessoas  que  “nascem  em  berço evangélico  –  e,  como  muitos  católicos,  não praticam  sua  fé”.  Os  dados  revelam  que  “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com  a  crença  saltaram,  em  seis  anos,  de  0,7%  para  2,9%.  Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.
A  experiência  dos  cristãos no  primeiro  século,  no  dia  seguinte  ao Pentecostes,  narrada  no  livro  dos  Atos  dos  Apóstolos  [2.42-47;  4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor,  e  muitas  maravilhas  e  sinais  eram  feitos  pelos  apóstolos  […]  com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em  resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão […]”
Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.
A  igreja  é  a  comunidade dos  que  já  não  vivem  com  medo  da  morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam  a  ressurreição  até  o  dia  quando,  aos  pés  do  Cristo  de  Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Omega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém.
Igreja são pessoas, e não faz sentido algum ser um crente sozinho e não praticante. Com certeza não é a vontade de Deus. Aqui é a nossa igreja, aqui somos felizes porque juntos podemos muito mais.  Então,venha e  continue vindo pois esta é a vontade de Deus para, sua vida.
Adaptado por Rev. Edson Martins

Escola Dominical - 1º Semestre de 2015

Desde o dia 1º de março de 2015, retornamos os nossos cursos da Escola Dominical, com o currículo do 1º Semestre de 2015.

Escolha um dos temas abaixo e participe!

Departamento Infantil

Diretora: Lívia Pacheco; Vice Diretora: Fernanda P. Cavallazzi; Secretária: Lucila Bethania de S. Alosilla.

1. Classe Moisés: 0 a 2 anos – Tema: Jesus cuida do bebê
Profas. Fernanda P. Cavallazzi, Cristina S. Schreiber Oliveira e Ana Maria Rangel Martins

2. Classe Daniel: 2 a 3 anos – Tema: Deus me ama
Profas. Mariah Pereira e Graziele Dias de Oliveira Lehmkuhl

3. Classe Davi: 4 a 6 anos – Tema: No princípio
Profas. Leda Xavier e Ana Luíza Zimmer

4. Classe Samuel: 7 a 8 anos – Tema: Foi no tempo dos reis
Profas. Lívia Pacheco e Thaís Cavallazzi dos Santos

5. Classe Josias: 9 a 10 anos – Tema: A igreja de Jesus
Prof. Fábio Luiz Pacheco


Departamento de Adultos

1. Curso: A Terra Prometida e o Reino de Deus
Profs. Edson Martins; Osvaldo Hack, no Templo.

2. Curso: Como ser um Cristão Contemporâneo
Profs. Joel e Lailton, no Salão Social.

3. Curso: Orando e cantando os Salmos
Profs. Luciano Hack e Terushi, na sala 1 da quadra.

4. Classe dos Adolescentes: Território Teen - Creio. E daí?
Profs. Paulo e Rosângela, na sala 2 da quadra.

5. Classe dos Pré- Adolescentes: Território Teen–Triunfando sobre as fraquezas
Prof. Acyr Passos, na sala 4 da quadra.