Quando o certo parece errado!



“Há um caminho que parece certo a um homem, mas seu fim é o caminho da morte." (Provérbios 14:12)

Quando a maioria está seguindo o caminho errado, é difícil ser o “desmancha prazeres”, que segue o caminho certo.
A maioria dos participantes na corrida de 10 mil metros em Riverside, Califórnia, pensou que Mike Decalvo corria na direção errada.  Ele acenou aos outros 127 corredores para que o seguissem, mas somente 4 acreditaram que ele havia pego a entrada correta, uma curva que os outros competidores não viram.
Quando perguntaram a ele sobre sua decisão de não deixar que a maioria determinasse a sua direção, Decalvo respondeu: “Eles acharam estranho eu ter ido pelo caminho certo.”.
No primeiro século os pagãos reagiram da mesma forma a mudança de estilo de vida de seus vizinhos cristãos.
O apostolo Pedro disse: “Achando estranho que vocês não corram com eles na mesma enxurrada de devassidão, falam mal de vocês.” (I Pe. 4:4). Os incrédulos ainda acham que os seguidores de Jesus Cristo estão indo na direção errada.
Mas na verdade, os cristãos seguem na direção daquilo que creem, a eternidade prometida por Deus e a certeza de um lar definitivo. (2 Tm. 4:7-8).
O rumo que os não cristãos escolhem pode parecer-lhes certo, mas leva-os a um lugar onde a perda é certa e eterna. 
Então, independente de quantos estão indo para o outro lado, continue sempre no caminho certo.

O Caminho que seguimos
Determina nosso destino eterno,
Um leva à vida eterna
O outro, à condenação.

“É melhor ser correto do que popular”.

Adaptado por Rev. Edson Martins
com texto do devocionário Pão Diário

A graça de Deus e as nossas crises




A Bíblia nos ensina que vivemos sob a proteção de Deus, sob os seus cuidados. Há inúmeras passagens que confirmam isso. Entretanto, essa realidade espiritual não nos isenta das aflições dessa vida, pois continuamos sendo genuinamente humanos. Quando o autor aos Hebreus fala a respeito dos heróis da fé, a sua declaração é impressionante: “...outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada;andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados...” (Hb.11:36,37)
Quero convidar você a refletirmos sobre o caso de José, filho de Jacó, cuja história se encontra no livro de Gênesis.
Observemos alguns pontos na trajetória dele que apontam para uma grave crise:
  1. Crise familiar - odiado pelos irmãos;
  2. Solidão - afastado da família, vai parar numa terra estranha;
  3. Mudança de padrão - de "filhinho de papai", ele vira escravo;
  4. Injustiçado - é preso injustamente.
Como José enfrenta as suas crises:
  •  Com trabalho, atitude - (Gn 39:3-4) - Ele é comprado como escravo por um oficial egípcio. José faz o seu trabalho tão bem, que se torna administrador de todos os negócios de seu senhor;
  • Com firmeza de princípios - (Gn 39:7-12) -A mulher de Potifar, o oficial egípcio, a “Patifar”, queria de todo jeito ter um caso com José, mas ele resistiu bravamente,  porque tinha caráter;
  • Com a visão de Deus (Gn 39:9; 50:20) - Ele diz à mulher de Potifar que não a possuiria porque além de caráter, tinha temor a Deus e por isso não pecaria contra ele. Aos seus irmãos, no final da história, ele declara que Deus havia transformado o mal em bem, pura graça.;
  • Com inconformismo (Gn 40:15) -  Quando preso injustamente, ele manifesta seu inconformismo dizendo que havia sido roubado de sua terra, e que nada havia feito para estar ali, naquela masmorra. Esse inconformismo ajudou-o a não desistir de lutar por sua liberdade.
Podemos concluir com uma simples pergunta final: Como temos enfrentado nossas crises?


Rev. Joel Vieira da Silva

A arte de não adoecer


Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”. Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna… Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar,confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..
Se não quiser adoecer – “Tome decisão”. A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer – “Busque soluções”. Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”. Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer – “Aceite-se”. A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer – “Confie”. Quem não confía, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer – “Não viva sempre triste”. O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. “O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia. Compartilhe!

Por Dr. Drauzio Varella

Para que serve a Igreja?



O  mundo  religioso tem  seu  mais  novo personagem:  o  evangélico  não  praticante.
A informação  aparece  nos  resultados  das  últimas pesquisas realizadas pelo Centro de  Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (CERIS) e pelo Instituto  Brasileiro  de  Geografia  e  Estatística (IBGE),  divulgadas  pela  reportagem  "O  novo retrato da fé no  Brasil", publicada na edição nº 2.180 da revista ISTOÉ, de agosto último.
Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número  de  pessoas  que  “nascem  em  berço evangélico  –  e,  como  muitos  católicos,  não praticam  sua  fé”.  Os  dados  revelam  que  “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com  a  crença  saltaram,  em  seis  anos,  de  0,7%  para  2,9%.  Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.
A  experiência  dos  cristãos no  primeiro  século,  no  dia  seguinte  ao Pentecostes,  narrada  no  livro  dos  Atos  dos  Apóstolos  [2.42-47;  4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor,  e  muitas  maravilhas  e  sinais  eram  feitos  pelos  apóstolos  […]  com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em  resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão […]”
Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.
A  igreja  é  a  comunidade dos  que  já  não  vivem  com  medo  da  morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam  a  ressurreição  até  o  dia  quando,  aos  pés  do  Cristo  de  Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Omega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém.
Igreja são pessoas, e não faz sentido algum ser um crente sozinho e não praticante. Com certeza não é a vontade de Deus. Aqui é a nossa igreja, aqui somos felizes porque juntos podemos muito mais.  Então,venha e  continue vindo pois esta é a vontade de Deus para, sua vida.
Adaptado por Rev. Edson Martins

Intercessão

Vamos interceder em oração pelas seguintes pessoas (atualizada até 20/03/2015):
Judite Conceição, Maria Clésia Antunes (amiga de Inês Hartt), Josyane Dayse Scoz, Simone Losso da Costa, Cida Losso, Graça Fernandes, Neusa Mendonça, Pr. Paulo Solonca, Gabriel (filho de amigo do Deodoro), Ruben Luz Costa, Joel Guimarães, Mércia Ferreira, Lucas Soldateli Vidoto (parente do Jairo), Rafael Bianchini (sobrinho do Moacir), Zilda Cavallazzi, Lauro Ribas Zimmer, Henrique Rios Martins e Rev. Otávio.

“Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”. (Tg. 5:16)

Escola Dominical - 1º Semestre de 2015

Desde o dia 1º de março de 2015, retornamos os nossos cursos da Escola Dominical, com o currículo do 1º Semestre de 2015.

Escolha um dos temas abaixo e participe!

Departamento Infantil

Diretora: Lívia Pacheco; Vice Diretora: Fernanda P. Cavallazzi; Secretária: Lucila Bethania de S. Alosilla.

1. Classe Moisés: 0 a 2 anos – Tema: Jesus cuida do bebê
Profas. Fernanda P. Cavallazzi, Cristina S. Schreiber Oliveira e Ana Maria Rangel Martins

2. Classe Daniel: 2 a 3 anos – Tema: Deus me ama
Profas. Mariah Pereira e Graziele Dias de Oliveira Lehmkuhl

3. Classe Davi: 4 a 6 anos – Tema: No princípio
Profas. Leda Xavier e Ana Luíza Zimmer

4. Classe Samuel: 7 a 8 anos – Tema: Foi no tempo dos reis
Profas. Lívia Pacheco e Thaís Cavallazzi dos Santos

5. Classe Josias: 9 a 10 anos – Tema: A igreja de Jesus
Prof. Fábio Luiz Pacheco


Departamento de Adultos

1. Curso: A Terra Prometida e o Reino de Deus
Profs. Edson Martins; Osvaldo Hack, no Templo.

2. Curso: Como ser um Cristão Contemporâneo
Profs. Joel e Lailton, no Salão Social.

3. Curso: Orando e cantando os Salmos
Profs. Luciano Hack e Terushi, na sala 1 da quadra.

4. Classe dos Adolescentes: Território Teen - Creio. E daí?
Profs. Paulo e Rosângela, na sala 2 da quadra.

5. Classe dos Pré- Adolescentes: Território Teen–Triunfando sobre as fraquezas
Prof. Acyr Passos, na sala 4 da quadra.